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10 de janeiro de 2012

Dúvidas sobre viagens aéreas com bebês

Texto  extraído de Bebe.com.br. Por Suzana Dias

Da documentação para embarcar aos direitos da criança a bordo, tudo o que você precisa saber para pegar o avião com o seu filho.

Quais documentos da criança você precisa ter em mãos no aeroporto para conseguir embarcar?
Viagens dentro do Brasil requerem certidão de nascimento ou carteira de identidade. Sem nenhum desses papéis, não adianta: a criança fica sem embarcar, mesmo que esteja acompanhada dos pais. Se a viagem é para o exterior, a regra é a mesma para um recém-nascido ou para um adulto. Ou seja, quando o destino for Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai, o pequeno passageiro deverá apresentar no check-in seu passaporte ou sua carteira de identidade. Para entrar nos demais países, só valerá o passaporte mesmo. Mas muita atenção: o novo passaporte brasileiro, o de cor azul, não traz a informação da filiação. E provavelmente o do seu filho é um documento azul desses, novinho em folha, certo? Portanto, para embarcar no avião, ele deverá mostrar no check-in um documento de identidade ou certidão de nascimento para provar que aqueles que o acompanham são mesmo os seus pais. Resumo: para entrar no país estrangeiro, o passaporte bastaria. No entanto, para entrar no avião, a garantia é sempre carregar a identidade ou a certidão da criança.

Um bebê pode viajar para fora do país só com o pai ou só com a mãe?
Pode desde que apresente no aeroporto uma autorização por escrito, com firma reconhecida, do pai ou da mãe que não fará a viagem com ele. Aliás, a medida é necessária até seu filho se tornar maior de idade. Importante: dependendo do país para onde se vai, pode ser exigido um visto de permanência para a criança. Informe-se no consulado ou com o seu agente de viagens.

Preciso pagar a passagem de um bebezinho?
Depende da companhia aérea. Algumas não cobram nada de crianças até 2 anos de idade – só a taxa de embarque. Outras cobram 10% do valor da tarifa cheia. Mas, pagando menos ou viajando de graça, o bebê não tem direito à poltrona. Ele deve viajar no colo ou em berços especiais, que apenas algumas companhias disponibilizam e só podem ser utilizados nos assentos da primeira fila. No entanto, se houver algum lugar livre, a criança poderá ocupá-lo sem custo. Uma estratégia aumentaria as chances de isso acontecer: chegue com pelo menos três horas de antecedência ao aeroporto e, no check-in, reserve poltronas alternadas para você e seu acompanhante. Se o vôo não estiver lotado, será bem provável que ninguém fique com o assento entre vocês dois. Logo, seu bebê poderá ocupá-lo. Caso contrário, se chegar alguém, será só pedir para esse passageiro trocar de lugar com um de vocês para não separá-los. A única saída 100% segura para garantir uma poltrona ao pequeno é pagar uma passagem para o bebê.

A partir de que idade as crianças pagam passagem para valer?
Sempre a partir dos 2 anos. Mas o valor até a criança completar 12 geralmente não é integral. Dependendo da companhia, ele oscila entre 50 e 75% do preço do bilhete para o adulto.

Eu tenho prioridade no check-in, no embarque e no desembarque, já que estou com um bebê?
Normalmente, a companhia aérea abre um balcão de check-in exclusivo para idosos, gestantes, portadores de necessidades especiais e, sim, passageiros com crianças. Se isso não ocorrer, você tem todo o direito de solicitar a um funcionário para ser atendida sem entrar na fila. Quanto ao embarque, a legislação manda que a empresa dê prioridade às pessoas com necessidades de assistência especial, grupo no qual são incluídos passageiros com crianças de colo. Crianças maiores não têm privilégios. Na hora do desembarque, deve acontecer o oposto: crianças de colo devem sair por último, até por questões de conforto e segurança, salvo quando o tempo disponível para a conexão for curto.

Posso levar a cadeirinha do carro para o avião?
Se o bebê pagar passagem, ele terá direito a um assento. E aí será mais confortável e até mais recomendável que se traga a cadeira do carro. Ela é ideal para garantir a segurança dele em eventuais turbulências e nos procedimentos de decolagem e aterrissagem. Um detalhe: a cadeirinha precisa ter certificação internacional e conter a informação de que também pode ser usada em aeronaves.

Como eu devo segurar o bebê no colo durante a decolagem e a aterrissagem?
As normas variam conforme a companhia aérea e até mesmo o equipamento, ou seja, o tipo de aeronave. Por exemplo: o cinto de amarrar a criança fornecido pode ser preso de diferentes maneiras. Ou a criança nem pode usar o cinto de um dado avião. Por isso, não se aflija. Na hora, os comissários irão orientar sobre como agir.

É possível solicitar comida para a criança durante o vôo?
Durante o vôo, jamais. Para o começo de conversa, nem todas as empresas oferecem o menu infantil – e, quando oferecem, ele pode estar condicionado a uma taxa ou à duração da viagem. De qualquer maneira, refeições especiais para bebês e crianças um pouco maiores (sim, podem existir os dois tipos) sempre devem ser solicitadas na reserva e nunca na hora H. Se achar que é o caso, peça também aos comissários que sirvam a refeição do seu pequeno antes da dos demais passageiros. Mas lembre-se de que, mesmo assim, é possível ela demorar mais do que o costume. Para evitar uma choradeira de fome nas nuvens, leve alguma guloseima.

Como eu preparo a mamadeira durante o vôo?
Não dá para conseguir água quente no vôo, e esquentar uma mamadeira é missão quase impossível. Se o seu filho não aceita leite frio, prepare-se porque a realidade é a seguinte: você poderá embarcar com o leite em pó e pedir água mineral em temperatura ambiente a bordo. Os comissários, então, darão um jeito de aquecê-la – desde que não seja no mesmo horário em que estiverem servindo a refeição dos passageiros. Sendo que o sistema de aquecimento da aeronave tem limitações. Pouca gente sabe, mas o almoço e o jantar já chegam bem quentes no avião e o que existe por lá serve para manter o calor e não para elevar a temperatura para valer. Moral da história: seu filho poderá, no máximo, tomar uma mamadeira ligeiramente morna, quase fria. A alternativa seria levar uma garrafa térmica com água quente, mas no mundo atual, com tantas normas de segurança para embarcar, trata-se de um complicador a mais.

Se eu quiser embarcar com uma garrafa térmica, qual a quantidade máxima de água que posso levar?
Líquidos em geral só podem entrar no avião dentro de frascos de no máximo 100 ml. No caso de crianças ou passageiros que fazem uso de alimentos líquidos por questões de saúde, no entanto, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), órgão que regula o setor, autoriza o embarque com a quantidade necessária para a alimentação durante o vôo. Isso quer dizer que, se o bebê não toma leite em temperatura ambiente e precisa mamar um litro durante uma viagem de 12 horas, em tese, você tem o direito de embarcar com um litro de água quente dentro de uma garrafa térmica. Porém, a ANAC não especifica como o passageiro deve comprovar tal necessidade. Então, existe a possibilidade de a inspeção não aceitar seus argumentos, já que há água mineral dentro do avião para os passageiros. Por isso, o melhor mesmo é que o bebê esteja habituado a tomar leite mais frio.

Posso levar remédios na bagagem de mão?
A lei vigente restringe o transporte de líquidos na bagagem de mão durante vôos internacionais a frascos de, no máximo, 100 ml, lacrados com uma embalagem plástica transparente, limitados a um por passageiro. Mas essa regra não vale para medicamentos. Quantidades de remédios líquidos superiores a 100 ml podem ser levadas na cabine, desde que se comprove, com o receituário, a necessidade de consumir aquele volume durante o vôo. Trocando em miúdos, para não correr o risco de ter que deixar o frasco do medicamento do lado de fora da aeronave, melhor pedir ao médico que prescreva de maneira bem clara a quantidade e a freqüência com que cada dose deve ser tomada.

22 de dezembro de 2011

Dicas para viajar de avião com seu filho

Matéria extraída do Blog Maternidade Santa Joana, 22/12/2011


Viajar de avião com crianças pequenas requer uma série de cuidados, que devem ser lembrados pelos pais. O primeiro deles é se certificar de que a criança não está doente, pois problemas respiratórios podem aumentar o desconforto na hora do pouso. Outra dica é preferir os voos noturnos, nos quais a criança pode dormir.
A organização é a chave de uma boa viagem com crianças pequenas. O ideal é deixar tudo separado em pacotinhos plásticos: um kit com 2 fraldas, lenços umedecidos, pomada e protetor acolchoado; outro com uma muda de roupas quentes, outra de roupas leves. Assim, quando você tiver que ir ao banheiro com ele, não tem que levar tudo, só os kits de que você precisa.
Muitas companhias oferecem facilidades para quem viaja com crianças, como, por exemplo, a comida especial ou o berço desmontável, mas nem sempre estas informações são amplamente divulgadas e é preciso solicitá-las com alguma antecedência.
Se tudo deu certo e seu filho se comportou como um anjinho, a prova de fogo chega ao final do voo. Na aterrissagem, é comum que a alteração de pressão tampe e incomode os ouvidos dos próprios adultos – imagine o das crianças. Para aliviar o problema, o indicado é que a criança mastigue ou chupe algo na hora do pouso.
Para as crianças maiores, o ideal é apostar em divertimentos portáteis, sem som. Se o barulho faz parte do pacote, como no caso de um minigame ou um DVD portátil, não se esqueça de levar fones de ouvido com entrada adequada.

15 de agosto de 2011

Novos pais preferem criar filhos nos subúrbios


Extraído do  sire oitoronto. POR FERNANDA THIESEN / EMAIL / WEBSITE / TWITTERFACEBOOK
15 AGO 2011

Jovens imigrantes não precisam pensar duas vezes ao escolher Toronto como a cidade onde irão desembarcar e reconstruir suas vidas. Mas e para casais com filhos, seria Toronto uma boa escolha em longo prazo? Entenda por que para cada pessoa que chega a Toronto, mais de três saem.



Toronto possui a reputação de ser uma cidade bem habitável, mas essa reputação não reflete muito bem a realidade. A ilusão nasceu em 1971, ano em que a cidade eliminou a proposta de construção da Spadina Expressway, uma super auto-estrada no sentido norte-sul que facilitaria a viagem de subúrbios ao centro de Toronto. Essa vitória embutiu nos torontonianos um conjunto de ideias de como a vida na cidade deveria ser.
Os defensores radicais da vida na cidade consideram melhor viver: com pouco espaço, em altos prédios, sem carro, a pé, no transporte público, no tráfego, em parques. Esses são seus valores, e para eles, a vida no subúrbio é praticamente uma forma urbana inferior.
Mas, ainda assim, os subúrbios continuam crescendo. Os subúrbios da era Spadina Expressway: Etobicoke, North York e Scarborough são agora considerados inner suburbs – já absorvidos pela grande cidade –, e os outer suburbs são os mais distantes, como Cobourg, Newmarket, Barrie, Burlington e qualquer outra cidade onde as pessoas possam decidir morar e ainda assim se sustentarem com dinheiro vindo da economia da grande cidade.
Casas maiores e enormes quintais são apenas duas das razões pelas quais torontonianos estão deixando a cidade. Eles também sentem que morar em Toronto esta ficando cada vez menos viável. A evidência disso está no fechamento de escolas, na batalha diária para chegar ao trabalho, nas taxas altas e em crescimento para matricular filhos em um daycare e atividades comunitárias, além de longas filas de espera. A constante discussão da prefeitura sobre quais os próximos serviços a serem cortados, como remoção de neve, manutenção de parques e reciclagem, reforça a impressão de que a qualidade de vida na cidade está caminhando para pior.
No ano passado, a Statistics Canada publicou um estudo mostrando que para cada pessoa que se muda para Toronto, 3.5 pessoas saem da grande cidade. Se não fosse pela constante chegada de pessoas de outras regiões, províncias e países – que é na verdade um influxo de pessoas que não sabem onde estão “amarrando o seu bode” – downtown estaria esvaziando rapidamente.
De acordo com a StatsCan, pessoas com idade entre 25 e 44 anos são as mais passíveis de se mudarem, e entre 2001 e 2006, aproximadamente 95,700 delas realmente saíram da cidade. O perfil de quem escolhe o subúrbio para morar inclui uma renda entre C$70 e C$100 mil anuais (valor líquido), diploma universitário e filhos. O que faz muito sentido. Famílias com esses salários são ricas se não possuem filhos, mas quando a família começa a crescer, viram rapidamente famílias de classe média.
Os jovens que mais se enquadram no estilo de vida torontoniano são os artistas e professores de universidades. Toronto esta realmente perdendo muitos dos jovens profissionais de renda média que são pais.
No entanto, para algumas pessoas, sair da cidade não é tão simples. É preciso combater o pensamento de que ir morar no subúrbio é sinal de derrota. O importante é encarar a mudança como uma desistência feliz, e balançar a bandeira branca para o perpétuo gerenciamento de stress, muito conhecido pelos moradores de grandes cidades, e hipotecas que parecem nunca acabar.
Quando as pessoas começam a flertar com a ideia de sair da cidade, geralmente são motivadas pela matemática da hipoteca. “O quão maior seria nossa casa fora da cidade, pagando o que atualmente estamos pagando por esta casa na cidade?” A resposta é fácil: muito maior.
Por exemplo, uma casa de 121 m² (1300 sq ft) em Riverdale vale hoje em torno de C$663 mil, tendo valorizado aproximadamente C$223 mil nos últimos quatro anos. Em Peterborough é possível comprar uma casa com o dobro do tamanho e o triplo do quintal por C$510 mil. Mudar para o subúrbio é garantia de casa maior e hipoteca mais baixa, além de uma entrada de garagem maior do que o antigo quintal. Mas, em compensação, os imóveis não valorizam muito com o tempo e, se um dia você precisar vender sua casa, receberá praticamente a mesma quantia que pagou ou até menos se não fizer boa manutenção da casa. Por isso muita gente afirma que ir morar no subúrbio é um caminho sem volta. Da mesma forma que sua vida recebe um upgrade ao sair da cidade, o oposto aconteceria se você decidisse voltar, o que a maioria das pessoas não está disposta a enfrentar.
doutrina downtown prega que densidade demográfica é algo bom, ter muitos vizinhos é legal, espaço é para ser compartilhado e que tudo bem pagar estacionamento extra para deixar o carro dormir na rua há três quarteirões da sua casa durante um inverno com dias chegam a fazer -30º. Parece que a doutrina é realmente verdadeira, afinal os preços dos imóveis em Toronto estão cada vez mais exorbitantes.
O alto preço dos imóveis não está relacionado apenas à compra de espaço, mas também à compra de tempo. Proximidade significa viagens mais curtas, o que significa mais tempo para fazer outras coisas. Mas Toronto não é uma boa cidade para dirigir, e o tempo perdido por motoristas no tráfego da cidade é um dos piores da América do Norte.
Portanto, muitas vezes morar distante do centro da cidade não significa necessariamente passar mais tempo no trânsito, e mesmo que isso aconteça, a viagem possui um nível de stress muito menor, incomparável ao de dirigir dentro da cidade. Morar no subúrbio e trabalhar na cidade significa dirigir quase o mesmo tempo para chegar ao trabalho, porem percorrendo uma distância muito maior, aproveitando uma paisagem agradável, o que torna a viagem bem mais tolerável.
Outra opção para quem decide morar afastado de Toronto é viajar pelo Via Rail, o que é bem diferente de encarar o TTC (transporte público de Toronto) lotado diariamente. Viajar de trem é uma outra experiência, e apesar de levar mais tempo, as pessoas passam a se conhecer com o tempo, fazem novos amigos, conversam tomando um vinho, e até participam de festinhas no próprio trem. Essa vivência nem se compara a pegar umstreetcar engarrafado (que eventualmente ainda pode mudar de rota), enquanto cada um permanece dentro da sua própria bolha e ninguém se olha direito.
Viajar de trem permite que você chegue relaxado em casa, e se os seus horários de trabalho forem flexíveis, poderá negociar alguns dias produzindo de casa.
Por outro lado, existem coisas que a grande cidade pode oferecer que nenhum subúrbio consegue. Umas das principais é a variedade de restaurantes. Mesmo que você passeie pelas pequenas cidades ao redor da sua, chega uma hora em que você já experimentou todas as opções.
Mas a principal oferta da grande cidade parece ser mesmo a anonimidade. Fora de Toronto todo mundo sabe quem você é, o que anda fazendo e planejando, e nunca acham que você está muito ocupado para recebê-los. Seus vizinhos irão bater na sua porta a qualquer momento, e esperam ser convidados para entrar. Faz parte da cultura.
Na grande cidade, todo mundo vive colado. Como resultado, existe uma convenção social em respeito à privacidade das pessoas: não encare, não preste atenção na conversa alheia, não assuma que outras pessoas estão tomando conta de seus filhos.
Em uma pequena cidade com quintais enormes, você já possui toda privacidade de que precisa, então as convenções mudam – você precisa dar alô a todos, perguntar sobre suas famílias e amigos, e compartilhar as novidades prontamente.
Viver em Toronto permite que você viva experiências únicas, e provavelmente é o melhor local para encontrar um parceiro, casar e ter filhos, e ser promovido. Mas quando você já conquistou tudo isso, suas necessidades mudam, e Toronto não mais poderá lhe atender. Com o tempo, você provavelmente irá desejar mais espaço pessoal, baixo custo de vida, e uma vida em comunidade ao invés da privacidade. A intensidade e anonimidade da grande cidade provavelmente passarão a dificultar a sua vida mais do que ajudá-la.
Este post foi escrito com base na matéria Exodus to the burbs, da edição de setembro/2011 da revista Toronto Life.

8 de maio de 2011

Feliz dia das Mães

Parabéns a todas as mães!

O meu presentinho chegou: Nicholas



7 de abril de 2011

Dificuldade para conciliar trabalho e maternidade no Canadá

Reportagem da RCI, por Cristiane Hirata, 31 março 2011, 18h58

As dúvidas e angústias das mães que acabaram de ter um filho e desejam reintegrar o mercado de trabalho começam muito antes, quando se aproxima o fim da licença maternidade.

É nesta hora que muitas mulheres passam a se questionar como conseguirão exercer bem o papel de mãe e profissional competente.

Esta foi a experiência vivida pela documentarista e pesquisadora Marie-Pierre Duval.

Um ano após o nascimento de seu filho, Marie-Pierre sentiu na pele o quanto é difícil ser ao mesmo tempo mãe e profissional.

Foi a partir desta constatação que ela decidiu produzir o documentário “Bébé ou CV?”.

Seu filme aborda o percurso de várias mães canadenses que abriram mão de uma carreira bem-sucedida e hoje se dedicam exclusivamente à educação dos filhos.

A colaboradora Cristiane Hirata conta mais detalhes sobre este descompasso entre o desejo de ser mãe e profissional.

Para ouvir a reportagem clique aqui

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13 de dezembro de 2010

Post para futuras mães guardarem

Pati, gostei tando do seu post que vou ter que repassá-lo aqui para não perder os links ótimos que você passou.

Segue a postagem da Pati:

"Como alguns assuntos relativos à maternidade funcionam de um jeito um pouco diferente por aqui, tenho feito muitas pesquisas e deixo alguns links que descobri nos últimos dias que podem ser úteis para futuras mamães ou para quem vem com filhos para cá. Ah, como de costume, as páginas costumam ter a opção para serem lidas em inglês ou francês.

  • Naître et Grandir - uma excelente fonte de informação recomendada pelos hospitais aqui sobre saúde e desenvolvimento das crianças até os 5 anos.
  • Yoopa - este é um portal da Canoe de referência para pais québécois. Os assuntos são os mais variados, tem até lista com os nomes mais populares dos bebês por aqui no lado francês. Yoopa também é revista e um canal de TV, resta pesquisar aqui na TV de casa para ver se é bom!
  • ACPEO / Berso - o assunto creche (garderies) aqui no Québec é bem delicado, já que as filas de espera são longas e a qualidade do serviço nem sempre é das melhores. Esta é a página do governo para cadastrar as crianças (que já nasceram) e saber mais sobre os locais disponíveis.
  • Devenir Parent - página do governo com todas as informações sobre documentação do bebê, auxílios sociais, licenças, adoção e direitos e deveres dos pais e crianças.
  • Savvy Mom - boas dicas e soluções para a realidade canadense em assuntos como compras, alimentação, saúde, lazer, finanças e sustentabilidade.
  • Movies for Mommies - quem mora nas províncias de Ontario, Quebec, British Columbia, Saskatchewan e Alberta tem a opção de poder desfrutar de uma sessão semanal de cinema em um ambiente totalmente baby-friendly, algo semelhante ao Cine Materna no Brasil. Eu vou querer experimentar!
  • La Leche League Canada - presente em várias partes do mundo, aqui a função da Leche League é oferecer todo o suporte necessário para mães que querem amamentar, com aconselhamento, técnicas e até visitas gratuitas de consultoras em lactação. Aqui para a região do Québec.
  • Naissance-Renaissance Outaouais - este é só para quem mora em Gatineau e região. O serviço é oferecer apoio, não só em aleitamento, mas em acompanhamento durante a gravidez e trabalho de parto. Durante as reuniões semanais, além de trocar experiências com outras mães, há um espaço para pesar e medir os bebês, sob a supervisão de uma madrinha de amamentação.  "